segunda-feira, 6 de outubro de 2008

A vida em Portugal antes e depois da revolução dos cravos

Eis o titulo do meu curso de português deste semestre. Soa interessante ! E também voltou o mesmo grupo do semestre passado, todas pessoas simpáticas e interessantes de profissões e intereses mais diversos ..... Passo muito bem as duas horas por semana.

Começamos com o tema da "emigração" nos anos 60 e parece que vamos em serio: já tenho um trabalho para casa: comentar o cartoon que lá podem admirar. Quem tiver sugestões......

11 comentários:

intimidades disse...

sugestao - " os mais fortes tentam sempre subjugar os mais fracos"


Jokas

Paula

Anônimo disse...

Pena não dar para se ler as legendas do cartoon...

:)) Zé-Carlos

WOLKENGEDANKEN disse...

J-C: normalmente seria só clicar na foto mas claro nunca se pode saber se funcionar :))

Véu de Maya disse...

O problema maior, derivado de outros problemas graves, eram os constrangimentos à liberdade de xpressão e de opinião...esse controlo era fiscalizado e às vezes imposto por coacções de váriados tipos...o cartoon embora subtil expressa mais a contradição entre os progressos da ciência e da tecnologia e a esistência da pobreza-nalguns casos miséria-que nesse tempo e agora não menos empobrecem o mundo humano e social...no Portugal anterior á revolução...havia camadas sociais sobretudo rurais que embora não passassem fome ou problemas graves de subsistência..queria, uma vida melhor, e então emigravam...hoje existe liberdade de expressão em Portugam as a vida não está fácil, para a maioria da população, sobretudo nesta conjuntura iinternacional de crise...

abraços

LuCe disse...

Sugestão: A praxe é para toda a vida.

Anônimo disse...

Estupidez a minha ! Cliquei e li.

Se quiseres para o teu comentário : a grande vaga de emigração portuguesa (em grande parte clandestina) para França foi na década de 60. Antes deles tinham sido os espanhóis e antes os italianos.Sobre os turcos nada sei, porque os meus estudos sobre a emigração para França (tema da minha tese para o doutoramento de investigação na Sorbonne)pararam nos finais dos anos 60. Mas é sabido que os imigrantes mais recentes eram sempre os mais maltratados.

:)) Zé-Carlos

dona tela disse...

E se falássemos de coisas divertidas?

Um beijinho da Tela.

ALMARIADA disse...

Consegui aumentar a imagem. Que quer dizer? Que na hierarquia dos emigrantes os italianos estão muito acima dos portugueses que estão um pouco acima dos turcos? É capaz de ser verdade...

O 25 de Abril aconteceu quando eu tinha 12 anos. Nessa altura estava em Macau com a minha família, voltámos em Setembro. Lembro-me de ter partido de um país triste e sossegado... e ter regressado a um país onde tudo era possível... :) e ter acreditado piamente que o melhor era haver uma guerra civil!!!

Curiosamente em Belfast, onde a atmosfera é muito tensa, recordei-me de sensações de Portugal antes do 25 de Abril - suponho que era o clima de medo...

Anônimo disse...

Comunidades Portuguesas no Mundo

Desde os século XII que os portugueses se começaram a espalhar pelo mundo. Primeiro fizeram-no pela Europa (Flandres, Inglaterra, França). A partir do século XV espalharam-se por África, para depois pela América, a seguir pela Ásia e a Oceania. Em todo o lado fundaram milhares de cidades, criaram vários países ou estiveram na origem da sua independência, ajudando-nos com a sua criatividade e trabalho a desenvolverem-se.

A maioria destes portugueses acabou por adoptar a nacionalidade dos países que escolheram para viver, apenas uma minoria regressou a Portugal. O que subsiste da suas presença em muitos lugares, são certos traços fisionómicos, nomes de famílias portuguesas e costumes cujo sentido há muito se perdeu no tempo. Apesar de tudo é espantoso que nos sítios mais distantes da terra, milhões de pessoas continuem a manter uma relação muito viva com a pátria dos seus antepassados.

JP (Spielenschach)

WOLKENGEDANKEN disse...

Ola Spielenschach !
Por certo é um ponto de vista novo para mim. As comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo ..... seria interessante estudar como se integraram em culturas diferentes ......

Anônimo disse...

Acho que sim, no entanto há sempre a tendência para se organizarem em clã, fazerem as suas próprias festas nas horas de lazer e há os que s casam com naturais e acabam po ser absorvido.
Uma grande parte pensa sempre na "santa terinhar" para gozar a reforma e para lá acabam por regressa para goza a reforma.
Equilíbrio perfeito.Uma nostalgia compensada coma cartira cheia...
JP
(spielenschach)